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Nova lista de selecionados

14 de Maio de 2018 // Ethno Brazil

Músicos internacionais

Catalina Telerman – Argentina
Americana, residente na Argentina, Catalina Telerman tem 23 anos e já viajou para mais de 10 países. A cantora participou de alguns festivais. Atualmente está gravando o primeiro álbum com composições autorais e também atua como produtora cultural.

Danilo Cruces Barria – Chile
Da cidade de Coyhaique, no Chile, Danilo Cruces Barria, de 26 anos, é acordeonista e toca também baixo, guitarra, bateria, piano, flauta e charango, entre outros instrumentos. Suas especialidades são músicas folclóricas do Chile e Argentina, como cueca, tonada, vals chilote, tango, chamame, chamarita, dupla riscada e rancheira. Gosta de se aventurar por Piazzolla na sanfona, valsa musette francesa e jazz.

Juan Pablo Godoy Alfaro – Chile
Juan Pablo, de 22 anos, nasceu no Chile, compõe, toca guitarra (estuda o instrumento com dois professores) e participa de dois grupos musicais. O jovem é apaixonado por música brasileira e está empolgado para conhecer outras pessoas e culturas.

Louise Calzada – França
A cantora e violonista francesa Louise Calzada, de 26 anos, participou de vários festivais pela Europa. Ela começou a tocar violão aos 7 anos e, atualmente, compõe música pop e eletrônica, dá aula de canto e coro para adultos e crianças e está aprendendo a tocar oud. Para Louise, a experiência com o Ethno pode inspirar o aprimoramento de sua música.

Mabiala Nkombo – Congo
Congolês, residente no Brasil, Mabiala Nkombo tem 22 anos e é especialista em canto tradicional do Congo e percussão africana.  O jovem é um dos integrantes da Orquestra Mundana Refugi.

Otis Remane – Moçambique
O moçambicano Otis Remane, de 22 anos, canta, toca percussão, percussão de mão (djembe, conga), m’bira e timbila. Aos 14 anos começou a se apresentar profissionalmente em Maputo (Moçambique) e há três anos faz bacharelado com ênfase em bateria na Unicamp, em Campinas (Brasil). Otis toca jazz, folk, músicas latinas e ritmos moçambicanos (marrabenta, ngalanga, tofo, xibugo).

Patrícia Chandia – Chile
Patrícia Chandia, 28 anos, canta, toca guitarra, charango e percussões do Chile, seu país de origem. Formada em música, a jovem participa da Coro Sinfônico do Chile e de conjuntos de música folclórica. Em 2017, destacou-se em apresentação solo no show em homenagem ao centenário da conterrânea Violeta Parra.

Yousra Boudah – Argélia
Aos 27 anos, a cantora argelina já participou de muitos festivais na Europa e em países do Oriente, incluindo Ethno Germany. Dona de uma voz incrível, Yousra Boudah acredita que a música é sua profissão e cantar é sua vida. Ela revela que sonha em conhecer o Brasil e aprender sobre a cultura deste país.

Músicos brasileiros
André Aurino Imamura – São Paulo (música tradicional japonesa)
O japonês André Aurino Imamura, 20 anos, mora em São Paulo e lida com estilos como wadaiko e mandingue. É especialista em música folclórica japonesa e acredita na importância da música como ferramenta para o autoconhecimento.

Aria Rita Waengertner Pires – Brasília (música renascentista e barroca)
Especialista em cordas dedilhadas antigas (guitarra barroca e alaúde), Aria Rita Waengertner Pires, tem 21 anos, canta e toca violão. Ela começou a estudar música aos 10 anos e hoje cursa o 4º ano de licenciatura na UnB, onde desenvolve pesquisa em etnomusicologia. Seu repertório baseia-se, principalmente, em sons europeus renascentistas e barrocos, com enfoque na música popular e folclórica da península ibérica e das ilhas britânicas.

Bruna Lucchesi – Curitiba (música tradicional tcheca)
Descendente de italianos, Bruna Lucchesi, de 28 anos, mora em Curitiba e pesquisa sonoridades da Espanha, Turquia, Grécia e Tunísia, além de música Tcheca.

Catarina Schmitt Rossi – Campinas (toca viola erudita e rabeca)
Integrante de orquestras e grupos de câmara desde 2009, Catarina Schmitt Rossi, de 26 anos, mora em Campinas e toca viola erudita e rabeca. A jovem pesquisa sobre a música brasileira com texturas de música eletrônica e, com a musicista Bruna Lucchesi, forma um poderoso duo de música tcheca.

Estela Ceregatti – Cuiabá (música tradicional mato-grossense)
Vencedora do Prêmio Profissionais da Música 2018 – Music Pro Award na categoria “Artista Raiz Regional”, Estela Ceregatti é a primeira artista do Mato Grosso a receber a honraria. A cantora, compositora e instrumentista coleciona uma série de outros prêmios, participou de dezenas de festivais e já dividiu o palco com Ivan Lins e Renato Braz, entre outros nomes consagrados.

Francisco Lobo – São Paulo (música tradicional do Oriente Médio)
Especialista em world music, Francisco Lobo, 25 anos, toca clarinete e instrumentos de percussão do Oriente Médio (Frame-drums, darbuka, riq). Seu interesse pela música surgiu com a pesquisa do tio sobre música árabe e turca. Atua como percussionista em projetos do Zikir Trio, Orkestra Bandida e da cantora Fortuna.

Germanno Falcão Richena – Campinas (toca violino e rabeca)
Violinista e rabequeiro, Germanno Falcão Richena tem 23 anos e vive em Campinas.  Ele aproveita a vivência com música brasileira e étnica como forma de expressão conjunta com a dança e o teatro.

Glauco Hades – Embu Guaçu (música tradicional japonesa)
Morador de Embu das Artes, Glauco Hades, 19 anos, toca shakuhachi, shinobue e taikô, três instrumentos típicos do Japão. Apesar da pouca idade, o jovem já participou de alguns festivais de música oriental.

Ian Nain Michelin – São Paulo (música tradicional do Oriente Médio)
Versátil, Ian Nain Michelin, de 26 anos, executa instrumentos como oud (Lute árabe, turco), baglama (instrumento de corda turco), cumbus (banjo turco), nay (flauta árabe), ney (flauta Turca), bansuri (flauta indiana) e frame drums (tambores orientais). Apresentou seu trabalho com influência da música étnica oriental no Brasil e na Itália.

Jhon Stuart Alves Ferreira – Cuiabá  (compõe, toca piano e contrabaixo)
Compositor, pianista e contrabaixista, Jhon Stuart Alves Ferreira, 29 anos, é da cidade de Cuiabá e professor do Instituto Ciranda. Dividiu o palco com Gabriel Levy e Flávio Venturini, entre outros, e participou de uma série de festivais. Atuou nos grupos Urutau e Monofiliar, na Orquestra Jovem do Estado do Mato Grosso e no Grupo de Percussão do Departamento de Artes da Universidade Federal de Mato Grosso.

José Ângelo Rogério Guerreiro – Ribeirão Preto (viola caipira)
Aos 30 anos, supervisor do Projeto Guri e violeiro da região de Ribeirão Preto, José Guerreiro usa a viola caipira para interpretar choro e MPB, além da tradicional música caipira. Relata que a música mudou sua relação com o mundo. Músico experiente e educador, já participou do Ethno Sweden e espera ampliar seu conhecimento de música do mundo.

Leonardo Rocha – São Paulo (pesquisador e percussionista)
O percussionista Leonardo Rocha mora em São Paulo e tem 22 anos de idade. Trabalha em um núcleo de pesquisa, no qual objetos do cotidiano são transformados em instrumentos musicais. Usa as pesquisas com sonoridades ancestrais e modernas para desenvolver música experimental e música afro-brasileira. Participa da Orquestra de Instrumentos Desinventados com a qual se apresentou em inúmeros espetáculos.

Lucas D’Alessandro – Lençóis Paulista (música erudita, popular, choro e jazz)
Educador do Projeto Guri, Lucas D’Alessandro, 23 anos, é de Lençóis Paulista e toca violoncelo, violão e percussão. Recentemente foi selecionado para o MOVE – Musicians and Organizers Volunteer Exchange – intercâmbio musical e cultural e prepara-se para a jornada de 10 meses em Moçambique.

Lucas Madi – Campinas (canta, toca violão de 6 e 7 cordas, percussão e sanfona)
Professor de canto e violão de 6 e 7 cordas, Lucas Madi, 26 anos, de Campinas, também toca percussão e sanfona. Participou do Festival de Música de Ourinhos e de oficinas musicais em Curitiba.

Theo Mizutani – São Paulo (música tradicional da Ásia)
Theo Mizutani, 22 anos, promove uma mistura de música brasileira com influência de estilos orientais (música cigana, klezmer, música árabe, indiana e flamenco). Mizutani, que atualmente vive em São Paulo, já morou na Malásia, Tailândia, Nova Zelândia e Alemanha.

Tiago Liu – Campinas  (banda de pífano)
Tiago Liu, 24 anos, tem experiência com pífano de bambu, flauta transversal e percussões (conga, atabaque, ilú, djembe, alfaia, ganzá, agogô). Da cidade de Campinas, ele pesquisa ritmos populares, como as bandas de pífano, forró, afoxé, samba de coco e maracatu.

Vinicius Sano – Vinhedo (toca flauta e clarinete)
Flautista e clarinetista da cidade de Vinhedo, Vinicius Sano, 18 anos, toca bossa nova, erudito, jazz, MPB, choro. O jovem busca novas culturas, ritmos e repertórios. Ele acredita que a união cultural é capaz de transformar sentimentos e influenciar pensamentos.

Vitor Lyra Biagioni – Ribeirão Preto (percussões africanas Malawi)
Ex-intercambista do MOVE – Musicians and Organizers Volunteer Exchange – no Malawi, Vitor Lyra Biagioni, 22 anos, mora em Ribeirão Preto. Toca diversos instrumentos de percussão como marimba, vibrafone, xilofone, tímpanos, caixa, conga, cajon e caxixi e pretende trazer para o festival seu conhecimento em percussão africana.

Músico convidado
Edwin Ospina – Colômbia 
Colombiano residente no Brasil, Edwin Ospina, 40 anos, toca guitarra, violão e gaitas colombianas (flautas). Esteve em países como Portugal, Argentina, Peru e Estados Unidos, entre outros.

 

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